Aluno é aprovado em pós-graduação de Coimbra

13/11/2009

O aluno do décimo termo de Direito da Toledo Presidente Prudente, Caíque Tomaz Leite da Silva (foto), recebeu ontem (12) um e-mail da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em Portugal, que confirma sua aprovação na turma de 2010 do curso de Pós-Graduação em Direitos Humanos.

Ele soube da seleção para a especialização e entrou em contato com a Universidade para saber sobre a possibilidade de fazer a prova de outra forma, que não lá na própria instituição. “Enviaram-me um questionário, que respondi e encaminhei com alguns documentos via e-mail. Por fim fiz uma carta de motivação, falando sobre o porquê eu gostaria de estar lá e o que eu posso acrescentar ao curso”, completa.

“Eu mandei meu currículo sem pretensão de ser selecionado. Não esperava e quando recebi o e-mail da Universidade de Coimbra fiquei muito emocionado, já que se trata de uma instituição muito tradicional, com mais de 300 anos de existência e de um país no qual nosso sistema jurídico é embasado”, relata Caíque.

O aluno conta que após participar, em maio deste ano, da 15ª Competição de Julgamento Simulado do Sistema Interamericano de Direitos Humanos, em Washington, D.C., nos Estados Unidos, ao lado do colega de sala, Daniel Gustavo O. Colnago Rodrigues, seu interesse por Direito Humanos cresceu ainda mais.

“Logo que chegamos da Competição, eu elaborei um currículo com todas as atividades acadêmicas que já desenvolvi – artigos publicados, grupos de estudos e competições que participei – e enviei para centros acadêmicos de Portugal, Espanha e Estados Unidos”, revela.

As aulas, que se iniciam em 22 de janeiro, acontecem às sextas-feiras e aos sábados o dia todo, durante um semestre. E, de acordo com Caíque, alguns famosos autores de obras estudadas na faculdade serão seus professores.

Gratidão
“Acho que a conquista não é somente minha, mas é uma conquista da casa. Eu quero agradecer a todos os professores, desde o primeiro ano, que sempre me incentivaram a pesquisar e me ensinam não apenas sobre Direito, mas a pensar e a ser humano”, conclui Caíque.